
“Quanto ao resto, meus irmãos, fiquem alegres no Senhor” (Fil. 3, 1)
Paulo, em sua carta, parece agora retomá-la com um novo tema que está, porém, intimamente ligado com aquele que, até então, tinha escrito sobre Jesus em Sua kénosis (esvaziamento) e exaltação. A vida de Paulo, hebreu convicto convertido à fé em Jesus, não foi fácil, nem sequer no seio da própria comunidade cristã, sobretudo por causa daqueles irmãos hebreus, também eles convertidos à fé cristã, que sustentavam que os pagãos, para tornarem-se cristãos, deviam submeter-se ao rito judaico da circuncisão. Este foi um sofrimento grande para Paulo, que já considerava tudo “uma perda diante do bem superior que é o conhecimento de Jesus Cristo” (Fil. 3, 8), inclusive os ritos da fé judaica. A fé em Jesus, e a participação em seus sofrimentos, tinham-se tornado “tudo” para ele e percebia, profundamente, que deviam tornar-se “tudo” também para cada cristão verdadeiro. Nesta controvérsia muito séria, que atravessou a Igreja dos primeiros tempos, Paulo viveu a tentação de perder a alegria. Mas, conquistado por Jesus Cristo, esquecido do passado e olhando somente para o futuro, nunca parou de correr rumo à meta, para receber o prêmio do Alto (cfr. 3, 12-13). Isto lhe permitiu não somente não perder a alegria, mas, também, de continuar a transmiti-la a todos os seus irmãos. Também nós queremos viver neste mês a alegria que vem de Deus, colocando em prática a Palavra que tomamos como Empenho de Vida: “Quanto ao resto, meus irmãos, fiquem alegres no Senhor”.
Queríamos que acontecesse conosco o que pe. Ottorino diz acontecer quando se apresenta uma pessoa de fé verdadeira: “explode o regozijo, chega a alegria” (ver texto abaixo). Pe. Ottorino era uma dessas pessoas. Paulo, em sua carta, pode afirmar com profunda humildade: “Fazei-vos meus imitadores, irmãos, e observem os que vivem de acordo com o modelo que vocês têm em nós” (Fil. 3, 17). Também nós queremos imitar Paulo e pe. Ottorino vivendo “alegres no Senhor” a fim de “provocar um incêndio de alegria”.
Como conclusão dos Empenhos de Vida deste ano, em que procuramos colocar em prática a Palavra que nos convidava a viver a kénosis de Cristo, sentimos que ela está profundamente ligada à alegria, não àquela que dá o mundo, mas a que dá Cristo.
Como viver, então, a Palavra do Empenho de Vida deste mês?
Perguntando-nos cada vez que entrarmos num ambiente ou nos encontrarmos com alguém, se a nossa fé em Jesus é capaz de irradiar a alegria que há em nosso coração.
Aonde chega um homem de fé, explode a alegria
Quando num ambiente se apresenta uma pessoa de fé verdadeira, explode o regozijo, chega a alegria. No meio da tristeza, no meio de tantas dores e sofrimentos, quando chega um homem deste quilate, chega um homem que provoca um incêndio, exatamente um incêndio de alegria. Este bendito mundo vai procurando alegria, e não sabe onde encontrá-la: fala dela, vislumbra-a de longe. Mas onde encontrará a alegria verdadeira? Em vocês! Quando alguém abraçou a doutrina e a vida do Cristo, encontrou a alegria, a alegria que dá força para resistir às tribulações. Assim, se for à sua casa encontrará tribulações e dificuldades, mas verá que ele está contente porque abraçou a vida de Cristo.
As tribulações, por sua natureza, desanimariam; mas a alegria da fé é alimentada pelas forças profundas que nas perseguições crescem em lugar de diminuir.
(Pe. Ottorino)
Paulo, em sua carta, parece agora retomá-la com um novo tema que está, porém, intimamente ligado com aquele que, até então, tinha escrito sobre Jesus em Sua kénosis (esvaziamento) e exaltação. A vida de Paulo, hebreu convicto convertido à fé em Jesus, não foi fácil, nem sequer no seio da própria comunidade cristã, sobretudo por causa daqueles irmãos hebreus, também eles convertidos à fé cristã, que sustentavam que os pagãos, para tornarem-se cristãos, deviam submeter-se ao rito judaico da circuncisão. Este foi um sofrimento grande para Paulo, que já considerava tudo “uma perda diante do bem superior que é o conhecimento de Jesus Cristo” (Fil. 3, 8), inclusive os ritos da fé judaica. A fé em Jesus, e a participação em seus sofrimentos, tinham-se tornado “tudo” para ele e percebia, profundamente, que deviam tornar-se “tudo” também para cada cristão verdadeiro. Nesta controvérsia muito séria, que atravessou a Igreja dos primeiros tempos, Paulo viveu a tentação de perder a alegria. Mas, conquistado por Jesus Cristo, esquecido do passado e olhando somente para o futuro, nunca parou de correr rumo à meta, para receber o prêmio do Alto (cfr. 3, 12-13). Isto lhe permitiu não somente não perder a alegria, mas, também, de continuar a transmiti-la a todos os seus irmãos. Também nós queremos viver neste mês a alegria que vem de Deus, colocando em prática a Palavra que tomamos como Empenho de Vida: “Quanto ao resto, meus irmãos, fiquem alegres no Senhor”.
Queríamos que acontecesse conosco o que pe. Ottorino diz acontecer quando se apresenta uma pessoa de fé verdadeira: “explode o regozijo, chega a alegria” (ver texto abaixo). Pe. Ottorino era uma dessas pessoas. Paulo, em sua carta, pode afirmar com profunda humildade: “Fazei-vos meus imitadores, irmãos, e observem os que vivem de acordo com o modelo que vocês têm em nós” (Fil. 3, 17). Também nós queremos imitar Paulo e pe. Ottorino vivendo “alegres no Senhor” a fim de “provocar um incêndio de alegria”.
Como conclusão dos Empenhos de Vida deste ano, em que procuramos colocar em prática a Palavra que nos convidava a viver a kénosis de Cristo, sentimos que ela está profundamente ligada à alegria, não àquela que dá o mundo, mas a que dá Cristo.
Como viver, então, a Palavra do Empenho de Vida deste mês?
Perguntando-nos cada vez que entrarmos num ambiente ou nos encontrarmos com alguém, se a nossa fé em Jesus é capaz de irradiar a alegria que há em nosso coração.
Aonde chega um homem de fé, explode a alegria
Quando num ambiente se apresenta uma pessoa de fé verdadeira, explode o regozijo, chega a alegria. No meio da tristeza, no meio de tantas dores e sofrimentos, quando chega um homem deste quilate, chega um homem que provoca um incêndio, exatamente um incêndio de alegria. Este bendito mundo vai procurando alegria, e não sabe onde encontrá-la: fala dela, vislumbra-a de longe. Mas onde encontrará a alegria verdadeira? Em vocês! Quando alguém abraçou a doutrina e a vida do Cristo, encontrou a alegria, a alegria que dá força para resistir às tribulações. Assim, se for à sua casa encontrará tribulações e dificuldades, mas verá que ele está contente porque abraçou a vida de Cristo.
As tribulações, por sua natureza, desanimariam; mas a alegria da fé é alimentada pelas forças profundas que nas perseguições crescem em lugar de diminuir.
(Pe. Ottorino)
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